GH

Empresa privada de tecnologia médica especializada em equipamentos que utilizam eletromagnetismo (raios-x, ressonância magnética, ultrassom e similares). Publicamente, é uma empresa legítima e respeitada no setor.

Em paralelo, mantém uma divisão de pesquisa não divulgada com um objetivo muito específico: reverter a morte.

A hipótese central dessa divisão é que experiências de quase-morte (visões de parentes falecidos, a luz branca, a sensação de desprendimento) não são alucinações, mas evidências mensuráveis de uma interação entre a consciência humana e algo além do corpo físico. Se essa interação pode ser detectada por equipamentos eletromagnéticos, ela pode ser estudada. E se pode ser estudada, pode ser replicada, controlada e, eventualmente, revertida.

O objetivo final é ser a primeira empresa a criar uma máquina capaz de atuar nessa fronteira. O lucro viria em duas frentes: a tecnologia em si e a patente, que tornaria qualquer avanço nessa área dependente dela.

A empresa soube por rumores que um professor de física da Universidade de Pernambuco estava conduzindo uma pesquisa nessa direção. Para realizar a investigação, fez uma parceria com a Einzig Construtora para fingir que seria uma vistoria para uma possível compra.

O motivo dessa parceria é que se houver algum processo na justiça, operação policial, etc, a construtora, um empresa local, assumiria total responsabilidade para encobrir o envolvimento da GH, uma multinacional com ações na bolsa, etc. Os donos da Einzig receberam uma grande quantia da GH pelo risco que correrão.

Não sabe que o experimento deu errado. Infiltrou investigadores na equipe de inspeção do Grande Hotel para localizar o professor e o experimento.

Missão dos investigadores

Os três investigadores infiltrados não estão lá para prender, capturar, apreender ou matar ninguém. A missão é simples: entender se o que está acontecendo no hotel tem valor para a GH. Observar, documentar, avaliar. Nada mais.

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